Quando algo morre em mim
- Darah

- 2 de set.
- 1 min de leitura

tão de repente,
não há alarde, flor, nem despedida.
Só o silêncio — antigo e persistente —
varrendo o chão da alma adormecida.
Não grita, mas o corte vem profundo,
abrindo espaço onde doeu demais.
Perder é ver ruir o próprio mundo
e descobrir que havia algo a mais.
Não era amor, era prisão velada.

Não era lar, era só zona de medo.
A vida arranca a pele que é calada
pra revelar a carne em outro enredo.
O que ficou? Um sopro, talvez dois.
Não sou a mesma, e tudo bem assim.
Há dores que só vêm pra ser depois —
e perdas que começam por um fim.
Imagina que se depois que eu morrer esse texto cai no ENEM hahahaha De acordo com o texto, o que a autora tava passando? a) chifre b) falta do que fazer c...


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