
Me chamo Darah
faço daqui um lugar pra revelar outras coisas além de filmes
Sinto que nasci com uma alma antiga, marcada por muitas vidas e experiências que ecoam mesmo quando não sei explicar o porquê de certos sentimentos, intuições ou dores.
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Às vezes eu escrevo só porque gosto do som das palavras se encaixando. É como montar um quebra-cabeça invisível — onde, de repente, tudo faz sentido.
Escrevo porque o mundo dentro de mim é colorido demais pra ficar guardado. Tem cheiros, lembranças, imagens que surgem do nada… e eu não quero esquecer.
Gosto de escrever sobre o que me encanta. Sobre uma tarde bonita, uma conversa que ficou na minha cabeça, uma frase que escutei na rua e me virou do avesso.
Tem dias que escrevo sobre o nada — e é ali que descubro tudo.
É engraçado como, quando escrevo, o tempo muda. Fica mais calmo. Como se o universo parasse por uns segundos só pra me ouvir. E eu gosto disso.
Talvez escrever seja meu jeito de conversar com Deus, com o vento, com partes minhas que ainda não conheço.
Não precisa ser perfeito. Só precisa ser verdadeiro.
Eu sou feita de verdade, de entrelinhas e de poesia — ou não.
Depende de quem perguntar.